segunda-feira, 26 de setembro de 2016

O chão da minha estrada





Tenho feito um exercício revigorante
de me ajustar bem a nova idade
que minha vida tem...
ainda vejo beleza nas imperfeições
das feições que me marcam o rosto, o corpo todo;
E nenhuma das minhas rugas
desmerece a minha história.
A juventude ainda transita nua e desvairada
pelas desgastadas pisadas,
rastros no chão da minha estrada...

Marcos Segala

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