Trabalhei numa série de instalações,
montadas a partir de reciclagens, abordagens de poesia
contadas com cores e formas e proporções, restos e sobras de tecidos coloridos, fotografias, imagens, colagens, apetrechos, proveitos reaproveitados...
Uma brincadeira e sondagem com pequenos objetos.
Quase uma experiência com a cor, a textura, o relevo, o aspecto que apresenta cada um dos materiais usados e ajuntados, coordenados em um mesmo assunto.
Denominei á série, Arcos.
São Arcos de mim mesmo.
Uma estrutura encaixada em moldura branca
e tampo de vidro, tecidos vivos contando a vida como ela passa por mim e como conto nela a minha história...
Não há de fato nenhuma pretenção em ser Arte, até por que mais uma vez, respondo de novo á necessidade de expressar sentimentos e sensações que se aderem a uma ordem de emoção e comunicação de ideias lançadas quase a esmo.
Onde o maior apelo é mesmo o de dizer como a vida passa por mim.
Bem vindo á sensações e emoções do que a meu ver, a vida é feita e do que se faz a vida.
Marcos
Em 26 de agosto de 2011
fotos by Angela Motta
















interessante o seu atrabalho. gostei muito. diogo miranda
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